Remo 6 a 1 Palmeiras: goleada marca noite de horrores

O Remo foi derrotado pelo Palmeiras por 6 a 1, na Série A, em resultado que Carlos Ferreira descreveu como a maior goleada do campeonato. Zé Welison marcou o gol azulino.

Em coluna publicada em 6 de novembro de 2026, Ferreira avaliou que o time teve atuação marcada por falhas defensivas, erros de passe e dificuldade para reagir. O texto também aborda assuntos ligados ao Paysandu e ao futebol paraense.

O resultado atingiu o Remo na reta final da Série A, ainda sem rebaixamento matemático confirmado, segundo a coluna. O próximo compromisso citado é contra a Chapecoense, em 18 de novembro.

Remo 6 a 1 Palmeiras

Entre os temas além da campanha azulina está a chegada de Ricardo Drubscky ao Paysandu, com atribuições ligadas ao futebol e às categorias de base. A coluna também reúne informações sobre eleições nos clubes, competições e calendário.

Derrota do Remo e reta final da Série A

Para Carlos Ferreira, a reta final do Remo na Série A inclui compromissos contra Chapecoense, Athletico Paranaense, São Paulo e Corinthians. Na coluna, o jornalista classificou os jogos restantes como um compromisso de honra para a equipe azulina.

Ferreira também usou a expressão “rebaixamento moral” para avaliar a situação do clube após a atuação diante do Palmeiras. A avaliação distingue o impacto esportivo apontado pelo colunista da confirmação matemática da queda.

O intervalo até o próximo jogo foi descrito na coluna como um período para o Remo digerir a partida. O compromisso contra a Chapecoense estava marcado para 18 de novembro, depois de duas semanas sem jogos.



Paysandu, eleições e calendário do futebol paraense

Ricardo Drubscky chega ao Paysandu para atuar como executivo, função para a qual Carlos Ferreira considera que contribuem sua formação acadêmica, experiência em liderança e conhecimento técnico de futebol. O colunista também aponta que ele deverá orientar os profissionais das categorias de base.

A avaliação de Ferreira é que o trabalho de Drubscky depende de condições adequadas, incluindo autonomia relativa e decisões importantes tomadas em equipe. O início da parceria, segundo a coluna, exigirá participação e compromisso dos dois lados.

As eleições do Paysandu, realizadas em 3 de novembro, e as do Remo, previstas para 8 de novembro, seriam feitas com cédulas de papel. Segundo a coluna, as urnas eletrônicas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) precisavam de 30 dias para serem reutilizadas, mas haviam transcorrido apenas 11 dias desde as eleições do país. No Paysandu, a oposição continuava pedindo a anulação do pleito que manteve Márcio Tuma na presidência, apesar de a Justiça ter negado liminares; a gestão do clube seguia sem comprometimento.

O calendário da Confederação Brasileira de Futebol previa o início da Série C em 4 de abril, após o Parazão, com término programado para 7 de março; a Série B do Remo começaria em 20 de março. As janelas de transferências estavam previstas para 4 de janeiro a 2 de março e de 19 de julho a 10 de setembro. O congresso do Parazão, em Belém, estava marcado para 7 de novembro, com a definição dos grupos A e B e expectativa de divulgação da data do Re-Pa. Na mesma data, ex-jogadores do Paysandu e do Remo participariam à tarde de um Re-Pa para recuperandos da Fazenda Embrião, em Castanhal; na Copa do Brasil sub-20, o Paysandu havia sido eliminado pelo Palmeiras após derrotas por 3 a 0 e 3 a 1.

Serviço

  • Evento: Re-Pa dos recuperandos da Fazenda Embrião
  • Data: 7 de novembro de 2026
  • Horário: à tarde
  • Local: Fazenda Embrião, Castanhal


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