O Remo venceu o Botafogo por 2 a 1 e encerrou um jejum de resultados na Série A. Segundo a coluna de Carlos Ferreira, publicada em 29 de outubro de 2026, o triunfo deu alívio moral ao Leão.
Com seis vitórias em 33 jogos, o clube ainda tinha possibilidade matemática de permanecer na elite, embora a chance fosse considerada muito improvável. A análise também destaca a aplicação defensiva e o aproveitamento dos erros do adversário.
O Remo teria pela frente o Palmeiras, em São Paulo, em 5 de novembro de 2026. A partida era o próximo desafio da equipe na luta pela permanência na Série A.

A coluna também trata do Paysandu, incluindo as mudanças previstas na Curuzu e no Centro de Treinamentos. Entre os assuntos do clube bicolor, aparecem ainda o planejamento para 2027 e a renovação encaminhada do volante Caio Mello.
Vitória sobre o Botafogo alivia o Remo, mas permanência é improvável
Na avaliação de Carlos Ferreira, o Remo ainda mostrou falhas já conhecidas durante a partida contra o Botafogo. Mesmo assim, a equipe demonstrou valentia e aplicou-se na marcação, aspectos que ajudaram a compensar os problemas.
A análise atribui parte do resultado aos erros cometidos pelo time botafoguense, dos quais o Leão soube tirar proveito. Assim, a vitória do Remo veio de uma atuação que combinou dedicação defensiva e eficiência diante das falhas do adversário.
Quatro jogadores entraram em campo pendurados: Jajá, Leonel Picco, David Braga e Zé Ricardo. Segundo o colunista, nenhum deles recebeu cartão amarelo, e Zé Ivaldo ficou liberado para voltar contra o Palmeiras, deixando Thiago Carpini com todas as opções para a partida.
Obras e planejamento do Paysandu miram a temporada de 2027
O Paysandu iniciou a troca do gramado da Curuzu, que não passava por uma substituição havia 13 anos. Carlos Ferreira relaciona a obra às dificuldades da rotina de treinos: o deslocamento entre o Centro de Treinamentos e o estádio leva 40 minutos, e as atividades na Curuzu têm sofrido interrupções, além de ocorrerem em um gramado ruim.
O CT também está recebendo a infraestrutura necessária para treinos e outras atividades do dia a dia, com entrega completa prevista para fevereiro ou março de 2027. Já as melhorias na iluminação da Curuzu, planejadas inicialmente para o fim de 2026, foram adiadas sem novo prazo, pois o clube priorizou as obras do gramado do estádio e a instalação de gramado sintético no CT.
Para o colunista, as obras podem contribuir para o desenvolvimento da equipe, mas a competência do clube também será avaliada pelo planejamento, pelas primeiras contratações e pelas renovações; os sinais iniciais, segundo ele, preocupam. Na avaliação sobre contratações, citou o meia uruguaio Catarozzi, do Remo, e Radsley, do Paysandu, como candidatos à “piada do ano”; também apontou Carlinhos, ex-Flamengo e então no Athletic, como a segunda pior contratação azulina, enquanto Nico Schiappacasse permaneceria no Paysandu para tentar se redimir em 2027.
O Paysandu encaminhava a renovação do volante Caio Mello, que oscilou entre atuações boas e ruins, mas foi considerado responsável e teve desempenho médio positivo pelo colunista. Na base, o sub-20 enfrentaria o Palmeiras pelas quartas de final da Copa do Brasil em 29 de outubro de 2026, às 18h30, em São Paulo, após quatro jogos sem sofrer gols; a volta estava marcada para 5 de novembro, em Belém, com portões fechados para evitar custos operacionais. Como os jovens estavam se adaptando à carga de treinos do profissional, Ignácio Neto assumiu o sub-20 para prepará-los para a pré-temporada do elenco principal, prevista para dezembro.

